sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Dos lábios até pescoço, me limita ou sou eu que me limito até aí. Me conforto querendo mais, sempre mais. Então não é conforto. É que se ta bom pra você sempre vai estar bom pra mim. Consegue entender? Não sei porquê.  E me excita quando quero. Sem querer. Não lhe supro as expectativas, pois me falta espaço. Daqui a catorze dias fazem quatro meses que fui agarrado. E mesmo sem espaço tu me faz ficar sem ar. Teu olhar, assim, de pertinho, anula qualquer pensamento que me faça querer ir embora. Essa inconstância até que tempera mas é masoquista, gera problema, e o problema agora é que às vezes te amo, calado te amo, sozinho, quem sabe, às vezes, se pá, sim, te amo. 

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